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Firefox conquista mais 30 milhões de usuários em apenas 8 semanas, diz Fundação Mozilla

O browser está cada vez mais próximo do concorrente da Microsoft

Após um anúncio no Twitter do CEO da Mozilla, John Lilly, nesta segunda-feira, Tristan Nitot, presidente da empresa na Europa, confirmou ontem ao site de notícias inglês DNet o aumento 30 milhões de usuários únicos na utilização do browser Firefox, nas últimas 8 semanas.

“Notamos um aumento significativo no número de usuários do Firefox”, disse Nitot, que ainda explicou que o browser de cada usuário procura por updates a cada 24 horas. A cada atualização encontrada, o navegador avisa ao servidor da Mozilla que ele “existe”. É contado, portanto, o número de avisos para cada versão liberada do navegador, como esclarece o site de notícias CNET. Como para cada versão nova do Firefox o navegador se “anuncia” apenas uma vez, essa contagem dá uma ideia razoavelmente precisa do número de usuários ativos. Para calcular o número de usuários total, a organização explica que esse número é multiplicado por três – segundo a fundação, a relação entre pessoas que usam o Firefox diariamente e os usuários exporádicos, que os têm instalados mas usam outros navegadores normalmente, é de um para três.

Durante as últimas 8 semanas, o número diário teve um aumento médio de 10 milhões de updates, passando de 103 para 113 milhões. Após os ajustes, o resultado é um total de 330 milhões de usuários, mensalmente, o equivalente à toda a população dos EUA. Nitot atribui boa parte deste aumento à volta às aulas, já que vários estudantes compram novos computadores no fim das férias de verão. Uma grande parcela deles instala o Firefox como uma das primeiras providências após adquirir o equipamento.

Em estudo divulgado pela NetApplications no site do jornal britânico The Register, o browser da Microsoft aparece com perda de 1,26% de usuários em relação a setembro, ficando com 65,71% das navegações. O Firefox, neste mesmo período, teve um crescimento modesto de 0,77%, alcançando os 23,75% de público.

Enquanto isso, os outros browsers líderes, como o Safari, o Chrome e o Opera alcançam apenas porcentagens com um único dígito, sendo o Safari a terceira posição do ranking, com 4,24% dos usuários.

Fonte: IG Tecnologia

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Comercial do Google Chrome em Stop Motion

A equipe do google do japão está investindo também em mídias off-line para aderir mais adeptos e lançou este comercial em stop motion inspirado no antigo joguinho Arkanoid.

Este comercial foi criado para mostrar que a nova versão do browser é simples, descomplicada e divertida.

Se quiser baixar o google Chrome clique aqui: http://www.google.com/chrome

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Instalando Google Chrome no Ubuntu.

Como instalar o navegador google Chrome no Linux? É fácil! só baixar e instalar!

É isso mesmo, só baixar e instalar… Estive procurando e encontrei vários artigos que precisavam instalar o wine para emular o google Chrome do Windows até que encontrei esta versão instável do google Chrome para Linux.

Escolha o link de acordo com a compatibilidade de seu processador: 32 bits ou 64 bits

Saiba: Qual a diferença entre processadores 32 e 64 bits?

Baixe o pacote, dê dois cliques no pacote .deb e pedir para instalar.

Você encontrará seu Google Chrome em (Aplicativos > Internet > Google Chrome).

Ta ae o “bixinho” e Boa sorte!

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Google desafia Windows e anuncia sistema operacional

Chrome OS será aberto e virá com netbooks em 2010; empresa também está de olho no mercado de desktops.

A gigante da internet Google está desenvolvendo um sistema operacional para computadores pessoais, em um desafio direto ao líder de mercado, o Windows, desenvolvido pela Microsoft.

O Google Chrome OS (operating system) será voltado inicialmente para netbooks, computadores portáteis menores, mais baratos e com menos recursos que os laptops.

Máquinas equipadas com o Google Chrome OS devem estar no mercado em meados do ano que vem. A idéia é, no futuro, usar o sistema operacional também em PCs.

“Rapidez, simplicidade e segurança são os aspectos-chave do Google Chrome OS”, anunciou a empresa em seu blog oficial. Segundo a Google, o sistema operacional será uma “extensão natural” do seu navegador de internet, Chrome.

O novo sistema operacional será um software de código aberto (”open source”). Para a Microsoft, a notícia vem poucos meses antes do lançamento da nova versão do seu sistema, o Windows 7.

Volta aos princípios

Os autores do post, Sundar Pichai, vice-presidente de produtos do Google, e Linus Upson, diretor-engenheiro da empresa, disseram que o novo sistema foi desenhado “para ser rápido e leve, iniciar e levá-lo para a internet em questão de segundos”.

“Os sistemas operacionais que os usuários têm à disposição foram desenhados em uma era em que não havia a rede”, eles argumentaram, acrescentando que o Chrome OS é “nossa tentativa de repensar o conceito de sistemas operacionais”.

A pesquisa levou os programadores de volta aos princípios, afirmaram. “Estamos redesenhando completamente a arquitetura de segurança subjacente do sistema, de forma que os usuários não tenham que lidar com vírus, programas malignos e atualizações de segurança.”

Para a Google, um sistema operacional “tem simplesmente que funcionar”.

A gigante da internet já possui um sistema operacional para telefones celulares, que também pode ser usado em netbooks. O Chrome OS será voltado também para laptops e computadores de mesa de usuários que passam muito tempo conectados.

Competitividade

O anúncio pode mudar dramaticamente o mercado de sistemas operacionais, especialmente o nicho da Microsoft, cuja participação nele é de cerca de 90%.

“Este é um grande anúncio”, disse um analista, Rob Enderle, presidente do grupo Enderle. “É a primeira vez que temos no mercado um sistema operacional competitivo de fato. Este tem o potencial de balançar as coisas e é a primeira tentativa real de fazer frente à Microsoft.”

O analista disse à BBC que “a Google está chegando (neste nicho) de cabeça fresca”, e que o Chrome OS “é o primeiro sistema operacional pós-internet, baseado em uma série de serviços da web, desenhado de baixo para cima e repensado para um mundo conectado”.

No ano passado, a empresa lançou seu navegador Chrome, anunciado como para “pessoas que vivem na web – procurando informações, checando emails, acompanhando as noticias, comprando ou simplesmente mantendo o contato com os amigos”.

Para Stephen Shankland, da CNET, o lançamento tem grandes implicações.

“Uma é mostrar quão séria é a proposta da Google de tornar a rede uma base não apenas para páginas estáticas, mas aplicativos ativos, especialmente os seus próprios, Google Docs e G-mail”, ele afirmou.

“Outra é iniciar uma nova competição com a Microsoft e, potencialmente, dar uma nova razão para autoridades de regulação da concorrência prestarem atenção aos passos da Google.”

Para outros analistas, as motivações da Google são bastante claras.

“Um dos principais objetivos da Google é tirar a Microsoft (do mercado), destruir sistematicamente a sua participação no mercado”, disse Enderle. “A Google quer eliminar a Microsoft e esta é uma batalha única. A estratégia é boa. A grande questão é: será que vai funcionar?”

Em um blog popular, TechCrunch, o autor de uma postagem sobre o tema, MG Siegler, disse que é preciso “ser claro sobre o que isto realmente é”.

“Isto é a Google soltando a mãe de todas as bombas sobre sua rival, a Microsoft.”

A companhia de Bill Gates deve lançar o seu Windows 7 no fim deste ano para substituir o Windows Vista e o Windows XP, que já tem oito anos. Segundo a empresa, hoje 96% dos netbooks funcionam com Windows.

Fonte: G1 – Globo.com

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