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Instalar impressora HP no Ubuntu
Você pode até achar que é algum tipo de pegadinha do Malandro, mas na verdade no Ubuntu nem é preciso instalar a impressora como no Windows. É isso mesmo, basta plugar o cabo USB dela no computador, e mandar imprimir!
Não deu certo?
Verifique então se você está com o cups instalado:
sudo apt-get install cups
Se não estava com elo instalado, retire o cabo USB e tente plugar novamente com a impressora ligada, claro!
Abaixo a imagem do gerenciador de impressoras do Ubuntu (Sistema > Administração > Impressão).

Microsoft libera 20 mil linhas de códigos para comunidade Linux
Empresa vai oferecer linhas para serem incorporadas ao núcleo do sistema operacional de código aberto.
A Microsoft anunciou hoje (20/7), nos Estados Unidos, que vai tornar disponível 20 mil linhas de códigos de drivers (softwares que permitem ao sistema operacional usar as funcionalidades de determinado dispositivo, como uma câmera ou disco rígido externo) para a inclusão no núcleo (kernel) do Linux, sistema operacional de código aberto.
Os drivers, uma vez adicionados ao Linux, vão permitir que qualquer distribuição do sistema operacional aberto funcione de forma virtual em servidores com sistema Windows e Hyper-V, software para virtualização de servidores (hypervisor) da Microsoft. Os códigos serão oferecidos sob licença GPLv2 (general public license version 2, que permite a utilização livre do software, o acesso a seu código fonte e a obrigatoriedade de manter aberta qualquer versão feita a partir de um sistema com este tipo de licença).
Segundo a Microsoft, a iniciativa vai deixar o Windows mais aberto e ajudar a empresa a ter uma oferta consistente de ferramentas para gerenciamento e suporte de ambientes virtualizados. De acordo com o diretor para estratégias de plataformas da Microsoft, Sam Ramji, as comunidades Linux e Microsoft estão caminhando juntas. “É um benefício para nossos clientes”, afirma.
A comunidade Linux, diz o executivo, construiu uma plataforma usada por muitos clientes da Microsoft. “Nossa estratégia é melhorar a interoperabilidade entre nossas plataformas e quantas tecnologias abertas nossos clientes desejam usar, o que inclui o Linux”.
Outro motivo para a abertura do código é a crise econômica mundial. Segundo Ramji, muitas empresas estão procurando a Microsoft na tentativa de criar ambientes de tecnologia mais heterogêneos. “Nós entendemos que reduzir a complexidade é reduzir custos. A interoperabilidade ajuda no crescimento dos negócios”, afirma o executivo.
Fonte: World Computer
Google desafia Windows e anuncia sistema operacional
Chrome OS será aberto e virá com netbooks em 2010; empresa também está de olho no mercado de desktops.
A gigante da internet Google está desenvolvendo um sistema operacional para computadores pessoais, em um desafio direto ao líder de mercado, o Windows, desenvolvido pela Microsoft.
O Google Chrome OS (operating system) será voltado inicialmente para netbooks, computadores portáteis menores, mais baratos e com menos recursos que os laptops.
Máquinas equipadas com o Google Chrome OS devem estar no mercado em meados do ano que vem. A idéia é, no futuro, usar o sistema operacional também em PCs.
“Rapidez, simplicidade e segurança são os aspectos-chave do Google Chrome OS”, anunciou a empresa em seu blog oficial. Segundo a Google, o sistema operacional será uma “extensão natural” do seu navegador de internet, Chrome.
O novo sistema operacional será um software de código aberto (”open source”). Para a Microsoft, a notícia vem poucos meses antes do lançamento da nova versão do seu sistema, o Windows 7.
Volta aos princípios
Os autores do post, Sundar Pichai, vice-presidente de produtos do Google, e Linus Upson, diretor-engenheiro da empresa, disseram que o novo sistema foi desenhado “para ser rápido e leve, iniciar e levá-lo para a internet em questão de segundos”.
“Os sistemas operacionais que os usuários têm à disposição foram desenhados em uma era em que não havia a rede”, eles argumentaram, acrescentando que o Chrome OS é “nossa tentativa de repensar o conceito de sistemas operacionais”.
A pesquisa levou os programadores de volta aos princípios, afirmaram. “Estamos redesenhando completamente a arquitetura de segurança subjacente do sistema, de forma que os usuários não tenham que lidar com vírus, programas malignos e atualizações de segurança.”
Para a Google, um sistema operacional “tem simplesmente que funcionar”.
A gigante da internet já possui um sistema operacional para telefones celulares, que também pode ser usado em netbooks. O Chrome OS será voltado também para laptops e computadores de mesa de usuários que passam muito tempo conectados.
Competitividade
O anúncio pode mudar dramaticamente o mercado de sistemas operacionais, especialmente o nicho da Microsoft, cuja participação nele é de cerca de 90%.
“Este é um grande anúncio”, disse um analista, Rob Enderle, presidente do grupo Enderle. “É a primeira vez que temos no mercado um sistema operacional competitivo de fato. Este tem o potencial de balançar as coisas e é a primeira tentativa real de fazer frente à Microsoft.”
O analista disse à BBC que “a Google está chegando (neste nicho) de cabeça fresca”, e que o Chrome OS “é o primeiro sistema operacional pós-internet, baseado em uma série de serviços da web, desenhado de baixo para cima e repensado para um mundo conectado”.
No ano passado, a empresa lançou seu navegador Chrome, anunciado como para “pessoas que vivem na web – procurando informações, checando emails, acompanhando as noticias, comprando ou simplesmente mantendo o contato com os amigos”.
Para Stephen Shankland, da CNET, o lançamento tem grandes implicações.
“Uma é mostrar quão séria é a proposta da Google de tornar a rede uma base não apenas para páginas estáticas, mas aplicativos ativos, especialmente os seus próprios, Google Docs e G-mail”, ele afirmou.
“Outra é iniciar uma nova competição com a Microsoft e, potencialmente, dar uma nova razão para autoridades de regulação da concorrência prestarem atenção aos passos da Google.”
Para outros analistas, as motivações da Google são bastante claras.
“Um dos principais objetivos da Google é tirar a Microsoft (do mercado), destruir sistematicamente a sua participação no mercado”, disse Enderle. “A Google quer eliminar a Microsoft e esta é uma batalha única. A estratégia é boa. A grande questão é: será que vai funcionar?”
Em um blog popular, TechCrunch, o autor de uma postagem sobre o tema, MG Siegler, disse que é preciso “ser claro sobre o que isto realmente é”.
“Isto é a Google soltando a mãe de todas as bombas sobre sua rival, a Microsoft.”
A companhia de Bill Gates deve lançar o seu Windows 7 no fim deste ano para substituir o Windows Vista e o Windows XP, que já tem oito anos. Segundo a empresa, hoje 96% dos netbooks funcionam com Windows.
Fonte: G1 – Globo.com


























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